Mais um ano se
passa e outro começa, muitas comemorações e festividades. Pessoas cumprindo
integralmente a rotatividade dos costumes. Todos anos são assim! A ideia de
tempo é relativa ao modo de como as pessoas abalizam a vida. Coisas boas,
coisas ruins, pessoas nasceram, pessoas morreram, muitos foram demitidos, muitos
foram admitidos, relacionamentos terminaram e começaram, pessoas perderem dinheiro
e pessoas ganharam dinheiro – o ciclo é sempre igual, mudam os personagens e o
roteiro é sempre o mesmo.
Logo, a
pergunta que nunca não quis se calar “Qual é o sentido da vida?”
Muitos estudiosos,
teólogos, filósofos, pessoas comuns e das mais diversas áreas já explanaram
sobre este assunto. Nada obstante, é sempre viável retornar e meditar.
Há
quem é simplório e direto para afirmar que estamos aqui por acaso, e da mesma
maneira vamos deixar de estar quando a vida se findar. Há também quem alimenta
a esperança de um mundo vindouro, tem a fé que a vida passará e continuará pela
a eternidade – de fato não podemos ter certeza de nada. Apenas acreditar ou não
acreditar.
Particularmente,
penso que o sentido da vida é a direção que cada pessoa dá a ela. A sua vida é
reflexo das suas escolhas, do modo como você vive, da sua cultura, das suas
crenças, dos teus valores, das tuas ambições, das tuas limitações, do seu
conhecimento, da sua liberdade, da sua saúde e também “porque não” do acaso,
pois não temos controle de tudo. Há coisas que simplesmente acontecem sejam
acidentes, tragedias, sorte e oportunidades.
O sentido da
vida é como a pessoa vive.
Têm pessoas que nasceram doentes, outras não tiveram a sorte e se tornaram escravas de alguém. É difícil pensar no mérito da justiça – porque pessoas nascem ricas e com saúde, e outras nascem pobres e doentes? Poderíamos apresentar muitas teses como respostas. No fim, chegaríamos até a uma explicação. No entanto, o mundo e as pessoas ainda estão e estarão longe de uma conclusão.
Por Giliardi Rodrigues, 2021.
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